quarta-feira, 3 de setembro de 2014

The Mission Of My Life - Capítulo 5


Stanford University, Califórnia. – 16h48 p.m

(Sn) segurava seu papel com um pouco de força a mais que o necessário. Suspirou fundo. Quando ela tinha que se infiltrar no meio de vários terroristas, assassinos, sequestradores, pessoas com crenças absurdas, ela não tinha medo. Nem ficava receosa. Só que agora estava sendo um pouco... diferente. Para ela, adolescentes eram pior que tudo no mundo. Eram muito imprevisíveis. Além, de claro, loucos. Irresponsáveis também podiam entrar na lista. 
Ela era muito madura para sua idade, mesmo não aparentando ser.
Já irritada, andou mais de pressa, levanto suas grandes e pesadas malas consigo. Estava meio complicado carregar as três, mas a mala de mão. Mas ela até que devido à situação estava se saindo bem.
Quarto 206. Olhou em volta de onde estava e não via nada. Apenas uma cantina ali perto e várias pessoas passando rindo e conversando sobre suas férias. Sem outra escolha, parou uma pessoa.
- Oi. –cumprimentou, sorrindo. – Sou Brook Sanders, sou nova aqui e gostaria de saber onde fica o dormitório feminino.
O menino olhou para ela, abrindo um sorriso largo. (Sn) logo instantaneamente observou como ele era lindo. Fora o sorriso perfeito, tinha um cabelo que dava vontade de tocar, os olhos claros e belos e uma covinha perfeita.
- Oi, caloura. –Ele sorriu de volta. – Está meio perdida, hein? Não se preocupe, isso é normal. Em todo caso, você não está muito longe, apenas siga reto toda vida e chegará lá. Não tem erro.
- Obrigada. –Ela agradeceu, voltando a andar. –
Porém parou assim que ouviu um grito, a chamando. Virou-se, lentamente, dando de cara com o mesmo garoto.
- Como sou mal educado, não quer ajuda?
- Não, não precisa mesmo. Mas obrigada, de qualquer maneira.
- Eu insisto.
- Não precisa mesmo, de verdade. –Forçou um sorriso. – Mas agradeço a ajuda.
E então se virou e continuou a andar, dessa vez sem interrupções. Mas, a longe o escutou gritar “Nos vemos por aí, caloura.”.
Depois de minutos de caminhada, ela chegou lá. Era um belo dormitório. O prédio era bege com muitas janelas grandes, dando um charme a mais. Ela sorriu, apreciando a beleza da arquitetura do prédio. Entrou nele e ficou mais encantada ainda. O saguão era uma beleza. O chão todo branco cristalizado, a parede branca com vários quadros belos pendurados, sofás de couros pretos espalhados e um balcão preto, ali no meio. Várias meninas passavam por ali. A maioria, com malas.
(Sn) foi em direção ao elevador, apertando o botão forte, queria se livrar daquelas malas o mais rápido possível. Tinha vários elevadores, o que era bom, assim transportava mais pessoas rapidamente.
Entrou no elevador, um pouco atrapalhada, mas se ajeitou. Logo chegou ao segundo andar. A menina saiu bem mais aliviada. Caminhou pelo longo corredor, procurando seu quarto.
201, 202, 203, 204, 205... Isso, 206!
Pegou sua chave prata nova e abriu, cuidadosamente. O quarto era grande. Não muitogrande, mas era razoável. Pelo que ela pesquisou, os universitários mal ficam em seus quartos.
Tinha duas camas, uma de cada lado encostada à parede. Entre elas, fora o espaço, tinha um pequeno móvel, com um abajur.
Do outro lado, havia um grande armário com espelho de correr. Tinha duas partes. Uma para cada uma, provavelmente. Acima das camas tinha uma grande janela. Dava para ver o campus inteiro de lá. Era uma vista e tanto. E tinha um pequeno banheiro. Era minúsculo, mas pelo menos tinha.
Foi para a cama oposta ao banheiro, jogando suas malas lá em cima. Aquela missão mal tinha começado e já estava a cansando.
O quarto não era novo, parecia que quem quer que fosse a outra dona, tinha vivido ali por vários anos.
Parker observou o quarto mais detalhadamente. Tinha vários cd’s espalhados na cama do lado do banheiro. Era tudo pop. A maioria, pelo menos. No lixo, havia vários rótulos de bebidas. Sua colega de quarto bebia, que maravilha... Tomara que não seja nenhuma alcoólatra, pensou.
Andou pelo quarto, xeretando ainda mais as coisas. Na parede perto do armário tinha um grande mural, com muitas fotos. Tinha uma garota loira de olhos verdes, bem bonita. Ela usava o uniforme das líderes de torcida e abraçava uma garota bem parecida. (Sn) reconhece a segunda garota logo de cara.
Ashley Kingston.

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Justin estava em um dos últimos andares. Era bem alto. E ele odiava altura. Vigésimo andar. Muito alto, para seu gosto. Abriu a porta de seu quarto, já irritado. Fala sério, aquela pequena mudança estava consumindo mais tempo de seu dia do que o esperado.
Assim que abriu a porta, deu de cara com um sujeito meio... Familiar.
Assim que Justin percebeu que esse era um dos suspeitos principais, Christian Beadles, o melhor amigo de Ashley.
O alarme vermelho já soava em seu cérebro, o alertando. Mas, por fora estava impassível. Afinal, um agente nunca demostrava emoções e ele agora não era um agente, era um garoto comum. Era –contra sua vontade- Patrick Adams.
- Oi, cara. –O garoto saudou. –
Justin largou sua mochila na única cama vaga e retribuiu o cumprimento.
- E aí, dude.
- Sou Christian, você é...
Justin observou o garoto atentamente, ainda inexpressivo. Ele vestia roupas largas e usava um boné virado para trás, exibia um sorriso largo, mostrando suas fileiras perfeitas de dente brancas. Tinha olhos claros, como tinha visto na foto. Não parecia mal, na verdade, parecia inofensivo. Entretanto, como um profissional, sabia que os bonzinhos eram os piores. 
- Sou Patrick Adams.
- Calouro, não é?
- Sim. –Sorriu. – Você não é?
- Não, estudo aqui faz um tempo.
- Pensei que só calouros vinham nos primeiros dias.
- E eles vêm, mas quis vir o mais rápido possível. Não aguentava mais ficar em casa.
- Entendi.
- E você, qual é a sua história?
- Nada demais, vim de Nova York com minha namorada, queríamos sair de lá e conseguimos vagas aqui, então porque não?
- Maneiro, vocês vão gostar daqui. Califórnia é um paraíso.
Justin sorriu, forçado. E então Chris se deitou na cama e ficou mexendo no celular, enquanto Bieber ficou arrumando seu armário, e quando estava arrumando, não pode deixar de pensar para si mesmo “aparentemente, nem tanto.”.
+++
Ryan por mais que fosse confiante, estava no fundo meio inseguro. Adolescentes às vezes podiam ser pior que bandidos de verdade. Ele usava uma blusa social toda fechada, exceto pelos dois últimos botões e uma calça jeans. A lente dourada o incomodava um pouco, por não estar acostumado. Andou apressadamente até seu dormitório. Sa(Sn) o caminho de olhos fechados. Afinal, estudou a planta da universidade por toda a noite e durante o vôo também. Ele estava preparado.
Seu quarto era no último andar. Pegou o elevador, levando sua mala junto consigo. Seguiu pelo enorme corredor até achar a porta de seu quarto, quando abriu, não pode deixar de abrir uma careta. Era todo preto, com pôsteres de bandas de Rock e com várias garrafas de bebidas já vazias espalhadas pelo quarto.
Ryan foi até o armário e estava tudo vazio, indicando que seu colega de quarto ainda não tinha chego. Os calouros chegam alguns dias antes para palestra de iniciantes e para arrumarem suas coisas.
Ryan pegou seu celular e digitou “Encontrem-me às 22h atrás da biblioteca.” 
+++

Kelsey viu que o quarto estava um brinco e o melhor: vazio. Aquilo era perfeito. Parecia que o quarto nunca tinha sido habita por bastante tempo. Talvez ela nem tivesse uma colega de quarto, o que era bom. Levantou o colchão escondendo em baixo sua maleta de armas. Pregou uma mini câmera na parede em um ângulo que dava para ver todo o quarto. Colocou um gravador também, mesmo que não fosse certo que tivesse uma colega de quarto, era melhor prevenir. No armário tinha um cofre, foi lá que colocou todas as outras armas e os equipamentos. Passou as mãos pelo cabelo agora já curto e sentiu falta dele comprido. Só que não podia negar... cabelo curto era prático e fácil de cuidar.
Depois de arrumar tudo, viu que tudo estava escondido e que ninguém iria reparar. Ótimo. Parabenizou a si mesma e viu que seu celular tinha uma nova mensagem, de um numero desconhecido.
Encontrem-me às 22h atrás da biblioteca.”
Ela não precisava de identificador para saber quem era. Sabia que era Ryan. Sorriu, já separando seu uniforme preto.
+++

Justin dava uma volta, estudando as áreas e os universitários. Tinham poucas pessoas, afinal, a maioria viria daqui a dois dias. Ou amanhã.
Passou na lanchonete e comprou um suco. Estava calor e ele queria tirar aquela jaqueta, mas não podia, afinal, fazia parte de seu estilo. Maldito estilo badboy! Quer dizer, sabia que estava gostoso demais e tal, mas estava tão calor...
Viu um grupo de garotas rindo alto e conversando e quando passou por Justin, uma delas piscou para ele. Não pode deixar de sorrir. Se ele fosse Justin com certeza iria atrás da ruiva, mas agora ele era Patrick, um garoto que tinha namorada.
Era um garoto comportado.
Não pode deixar de gargalhar com esse pensamento. Oh, Deus...
- Oi, amor. –Uma voz tão delicada, tão meiga e tão... falsa soou a seu lado. –
Virou-se e deu de cara com uma (Sn) emburrada. Não pode deixar de sorrir com a cena. A puxou pela cintura, dando um selinho longo na garota. Iria aprofundar o beijo, mas ela o empurrou, impedindo.
- Não força a barra. –falou. –
Ele abriu um grande sorriso. – Está com medo de amar, é?
E como resposta recebeu o dedo do meio, o fazendo gargalhar. Aquela mulher... Ela ainda o enlouqueceria.
- Gostando daqui?
- É gigante. –Ela respondeu. – Vamos ter um trabalhão.
- Eu sei, amor, eu sei. –Justin a abraçou carinhosamente. –
Por mais que aquela cena não fosse comum entre eles, era muito boa. Não podiam negar. Justin compreendia que a menina estava cansada. Ela tinha tido uma missão cansativa, cheia de mortes. Cheia de sangue. Mais que o normal. Justin não sabia por que não tinha sido recrutado, quer dizer... ele era sempre recrutado. Então por que daquela vez não? Ele tinha ficado totalmente preocupado por ela ter ido para uma missão suicida. Por que era mesmo o que aquela missão tinha sido. De vinte agentes, voltou apenas cinco. E para alegria e alívio de Justin, ela tinha sido uma dos poucos sobreviventes. Por mais que (Sn) fosse irritante, amava brigar com ela. Seria triste não ter mais ninguém para brigar...
- Que cheiro gostoso. –Comentou, ainda abraçada a ele. –
- Eu sei. –Se gabou. – é meu cheiro natural...
Ela o empurrou, sorrindo.
- Estou falando de outra coisa, idiota. –Riu. – Está com cheiro de comida.
- Ah... É isso também, mas sou mais eu.
Ela deu uma cotovelada amigável nele, o fazendo a puxar para outro abraço.
- Sabe, você tem um abraço gostoso. –Admitiu, a apertando contra si. –
- Eu sei. –Ela gargalhou. – Mas não vai se acostumando, ok? Não sou desse tipo.
- Que tipo?
- Do tipo cheia de abraços e beijinhos. Se me pegar de mau humor sou capaz de meter um soco nessa sua cara.
- Tão delicada que me emociona.
Ela olhou para os lados, vendo que não tinha ninguém por perto, sussurrou em seu ouvido.
- Sabe, é uma droga que vamos ter que namorar...
- Eu sei que você está amando me ter só para você. É o seu sonho de consumo, pode dizer.
- Claro... –Ela ironizou. –
- Vamos dar uma volta? –Perguntou, a cortando. -
- Para onde?
- Estamos na Califórnia, amor. Podemos ir para onde quisermos.
- Que ataque de liberdade é esse? -Perguntou, sorrindo para o garoto. –
- Brook... Somos agora adolescentes e o que adolescentes fazem? Isso mesmo, merda. Muita merda. Só merda, na verdade. Então se vamos ser um deles, temos que realmente entrar no papel.
- Aonde quer chegar?
- Não quer ir dar uma volta?
- Você está me zoando? Estamos em uma missão! –Exclamou, irritada. -  O que tem na cabeça?
- Está me dando um fora? -Perguntou, ofendido. –
- Eu ficaria agradecido se fosse você, muito melhor um fora do que um soco nessa sua cara de sonso! Foco!
- Foi mal, também não te convido mais.
- Não dá mesmo para falar sério com você. –Resmungou, saindo de lá.
- Espera aí, meu amor. –Ele disse, sorrindo por dentro. – Desculpa. Fui um idiota, me perdoa?
(Sn) quis gritar com ele e o mandar para casa do caralho, mas se controlou. Olhou em volta e algumas pessoas o olhavam. Engoliu a raiva e deu um sorriso bobo e totalmente falso em direção a Justin. E o abraçou, beijando o pescoço do garoto.
- Você tem sorte de estarmos em público. –Sussurrou no ouvido dele. –
- Não estraga o clima. –Retrucou, enquanto fazia carinho do pescoço dela. –
- Idiota. –Murmurou. –
- Não ganho um beijo de reconciliação?
Ela deu um beijo em sua bochecha, mas ao mesmo tempo o beliscou discretamente. Ele abafou o grito de dor, fazendo parecer um gemido. Uma garota que passava por eles, os olhou de olhos arregalados e correu para longe. (Sn) estava corada.
- Que vergonha... –Escondeu seu rosto com as mãos. –
- É isso que dá ser grosseira. Bem feito. –Gargalhei. –
- Nos vemos a noite, amor. –Disse se afastando. -
- Ok, na minha cama ou na sua?
Ela parou de andar e virou-se para ele o fuzilando com os olhos. Como Justin era tão imbecil? Ela não tinha essa resposta e nunca teria. Parecia que ele ficava pior a cada dia. Olhou para os lados e quando viu que ninguém mais prestava atenção neles, falou.
- Vai se foder!
Ele sorriu malicioso. – Só se você for comigo.
Ela revirou os olhos. Era tão típico dele essa frase que preferiu nem retrucá-lo. Apenas deu as costas para ele e continuou seu caminho.
Justin ficou a vendo sumir de seu campo de visão, sorrindo para o nada. Tinha coisa melhor do que vê-la irritada? Não, não tinha.
Resolveu dar mais uma volta. Ficou vendo e decorando todas as portas de saídas, tanto como de emergências quanto as normais. E tentou guardar todos os lugares que seriam um bom esconderijo.
Depois disso, voltou para seu quarto. Ou melhor, para seu novo lar.
+++
(Sn) colocava sua arma em seu coldre, amarrou em sua coxa e então se levantou, pegando sua jaqueta preta. Foi até o espelho, prendendo seu cabelo firmemente em um coque. Checou-se no espelho e ficou satisfeita. Usava uma calça preta bem colada, mas elástica, por isso dava para se movimentar a vontade. Usava também, por dentro da jaqueta, uma blusa regata preta. Botas de salto longas nos pés, obviamente. 
Pegou seu notebook e viu que todos os corredores estavam vazios. Sim, ela tinha pegado o acesso da rede de câmeras. O fechou rapidamente, colocando no cofre e saiu disparada. O elevador podia parar em algum andar, por isso foi de escada. Assim que desceu, viu que o saguão estava aceso, mas estava vazio. A recepcionista não estava mais lá, todo o balcão estava apagado. (Sn) saiu pela porta da frente mesmo, mas cortou o caminho pelo jardim e não pela trilha, que levava ao refeitório. Ela ia por trás das árvores, para ninguém notar sua presença. Ouviu um barulho que parecia um galho se quebrando, parou subitamente. Sentiu-se observada. Fechou os olhos e apurou os ouvidos. Vinha por trás dela, quem que seja. Pegou a arma na velocidade da luz e mirou para trás dela. Era uma pessoa de preto, assim como ela. A pessoa levantou as mãos para cima como se estivesse se rendendo. Ela reconheceu a pessoa. Justin. Reconheceria aqueles olhos cor de mel em qualquer lugar.
- Nunca se aproxime assim de uma agente treinada se não quiser morrer, Bieber.  –Trincou os dentes. –
Ele revirou os olhos teatralmente. – Quem você pensou que fosse, bobinha? O pé grande?
- Poderia ser qualquer um. E o que você está fazendo sem suas lentes de contato? Quer estragar tudo?
- Aquele negócio incomoda.
- Vamos logo.
Os dois continuaram a caminhar silenciosamente. Ouviram algumas vozes. Parecia um grupo. Bieber a puxou mais para trás, tampando sua boca. Esconderam-se atrás de uma árvore, colados um no outro.
 
- A festa de amanhã vai ser a melhor do ano. –Uma voz feminina disse. –
- Não é? -Agora era uma garota também, mas a voz era um pouco mais grossa. – Vai ser épico! Todo mundo da faculdade vai estar lá.
Todo mundo.  Justin e (Sn) se encararam com um sorriso.
- Não se animem. Tenho certeza que os veteranos irão aprontar uma pegadinha com nós, meros calouros.
- Ouvi dizer que o trote vai ser pesado.
E então as vozes se afastaram. Trote... Nunca dava boa coisa. Justin a olhava animado. Sabia o que ele estava pensando. O pegou pelo pulso, o puxando para continuarem a caminhada.
- Nós precisamos ir! –Sussurrou, animado. –
- E nós vamos. –Ela sussurrou de volta. – Porém, vamos a trabalho. Não por diversão.
- Credo, você tira o ânimo de qualquer um.
(Sn) o ignorou como de costume. Continuaram a caminhar pelo jardim escuro e vazio. A cada barulho suspeito, eles paravam e olhavam ao redor. Demorou um pouco mais do que esperado para chegarem até a biblioteca. Ela estava aberta. Muitos alunos estavam lá, osnerds. Justin ficou chocado. Primeiro dia da faculdade e já tinha gente estudando? Deus ajude. (Sn) parou, pois em frente à biblioteca tinha uma fonte gigante e muitas pessoas estavam sentadas na mureta a sua volta. Riam e conversavam. Teriam que continuar a caminhar pelo jardim cheio de árvores para passarem despercebidos. Droga.
Chegaram à parte de trás. Era simplesmente sinistro. Eram cheio de árvores altas e parecia uma selva. Ninguém em sã consciência iria até lá. O prédio que era a biblioteca era todo envidraçado, iluminando um pouco onde eles estavam, o que era bom, afinal não gostava de escuro. Ainda mais em uma no meio do mato. Viram Kelsey e Ryan com dificuldade, pois os dois estavam de preto também e estava um breu daqueles. Foram até os dois.
- Finalmente. –Sussurrou Ryan, parecendo estar com raiva. –
- Não enche. –Disse Parker. – Foram apenas quinze minutos.
Ryan iria retrucar, mas Justin o interrompeu.
- Estamos aqui, é isso que importa.
- Certo. –Murmurou, contrariado. –
- O plano é o seguinte –Kelsey assumiu o controle. – Minutos antes de fechar a biblioteca, um de nós entrará lá, irá até a cabine de segurança e desativará os alarmes. Apenas isso. Nós vamos esperar fechar a biblioteca e então antes entraremos sem problemas. Tudo estará desligado. E voltaremos à cabine de segurança, apagaremos nossos registros e pegamos as fitas das câmeras que vamos analisar. Parece que foi aqui que Ashley esteve antes de desaparecer.
- Como você sabe? -Perguntou Ryan, desconfiado. –
Ela revirou os olhos. – Eu sou uma agente, Butler. Eu sei de tudo.
Todos continuaram a olhar para ela. A garota rolou os olhos.
- Certo, eu meio que perguntei a umas meninas...
- Tá, quem é que vai entrar? Não podemos entrar assim! Estamos parecendo ladrões. –interrompeu Justin. –
- Eu vou. –Disse (Sn).  –
- Ótimo, eu trouxe o que você pediu.
Kelsey jogou uma sacola para a menina, onde estava um casaco grande da universidade, ela continuaria a usar sua calça preta e a bota, mas com o moletom disfarçava bem. Soltou o cabelo, para dar um visual mais comum. Agente Chadwick tinha avisado o plano para ela por mensagem logo depois de a garota chegar ao seu quarto. Justin, ao lado delas, ficou indignado.
- Por que não me disse nada? Eu iria com você! Somos uma dupla, Parker, sem segredos entre nós, se lembra?
- Somos uma equipe agora. –Corrigiu Parker, olhando em volta. – E eu sabia que você iria junto, então achei melhor guardar para mim.
Justin fechou a cara e não disse mais nada. Não gostava de meter sua parceira em perigo. Certo, invadir a biblioteca era moleza perto de tudo que eles faziam, mas odiava pensar que ela poderia ser pega. Sabia que ela era boa, incrível, na verdade, mas isso não diminuía sua preocupação. E não gostou nada, nem um pouco, da sensação que teve quando (Sn) disse que agora eles eram uma “equipe”. Ele gostava de Kelsey e Ryan. Só que gostava de trabalhar com apenas a Agente Parker. A conhecia muito bem e tinham os mesmos pensamentos. Eram praticamente um só. E não gostou de dividir a garota com os outros dois. Egoísta? Talvez.
(Sn) ajeitou a escuta em seu ouvido e a cobriu com seu cabelo, deu uma última olhada em seus parceiros e depois se afastou, Justin a puxou para perto.
- Tome cuidado.
Ela assentiu, com uma vontade imensa de rolar os olhos. Justin sempre foi “super protetor” mesmo que não demonstrasse na maioria das vezes. Tratava-a como uma mulher normal, não como uma agente treinada. Ela era tão boa quanto ele, porra!
Caminhou até a lanchonete, que estava vazia. Saiu por trás das árvores e voltou a caminhar em direção a biblioteca, mas dessa vez pela trilha cimentada. Algumas pessoas passaram, mas nem repararam nela. Entrou no grande prédio envidraçado. Tentou parecer casual, como se só estivesse passeando, mas sua cabeça trabalha rapidamente, tentando encontrar onde ficavam os alarmes. Sem querer, esbarrou em um garoto. Derrubando toda a pilha de livros que ele segurava. Ela xingou baixinho, se abaixando para ajudar o garoto.
- Desculpe.
Ela disse isso, jogou os livros nos braços dele desajeitadamente e tentou sair o mais rápido possível, para continuar com sua missão.
- Está tudo b... Espera, eu conheço você!
(Sn) paralisou e se virou devagar. Quase desmaiou de alívio quando viu que era o menino que tinha esbarrado mais cedo e não um inimigo antigo.
- Hm, oi.
- Oi, caloura. –Ele sorriu ao a chamar pelo “apelido”. – Você está bem sexy nesse moletom.
Ele deu uma risada gostosa, fazendo a garota sorrir, por mais que tentasse evitar.

- Com quem ela está falando? -Perguntou Justin, fazendo uma careta. –
Os três continuavam atrás da biblioteca, ouvindo tudo o que acontecia ao redor de Agente Parker graças à escuta.
- E eu vou saber? -Respondeu Ryan, bravo. – Agora fique quieto, quero escutar.
- Ela tem que desligar os alarmes logo! –Comentou Kelsey, agitada. –
- Isso é irrelevante, o que eu estou querendo saber é quem esse cara...
Ryan o fuzilou com os olhos, por isso Justin parou de falar. Ficou emburrado. Caloura... Quem era o idiota que estava conversando com sua parceira? Gostaria muito de descobrir, ainda mais que sabia que a voz era familiar. Quem quer que fosse, ele já tinha ouvido a voz.


- Desculpe mesmo eu ter derrubado suas coisas. Eu nem vi você, de verdade.
- Está tudo bem. –O menino abriu um sorriso fofo. – Onde está indo?
- Hm, vou pegar um livro emprestado.
- Oh, eu posso ir com você. Você deve estar perdida...
Por mais que ela tenha achado fofa à atitude do rapaz, não tinha tempo para aquilo. Não podia deixar o menino acompanhá-la. Ele era uma graça e realmente não era de jogar fora, mas não tinha muita escolha. O tempo estava acabando.
- Não, tudo bem... De verdade. Eu tenho que ir, minha amiga está esperando.
- Certo. –Ele deu um sorrisinho.
- Tchau.
- Até mais, Caloura.
Sorriu quando ele disse seu “apelido” dado por ele mesmo. Saiu correndo, mas ouviu o menino gritar algo. Uma pergunta.
- Qual é o seu nome?
- Brook.
- Brook. –Ele repetiu baixinho para si mesmo. – Gostei.
Mas ela já estava longe. Tentou achar em sua mente onde era a sala que tinha o alarme. Na verdade, onde estavam todas as coisas ligadas a energias. Tinha estudado a tarde o mapa da biblioteca, por isso não teve dificuldades em encontrar a pequena sala.
Estava vazia. Na verdade, era meio afastada de tudo e não tinha ninguém. Era escuro e tinha vários fios espalhados pelo chão. Ela achou a pequena caixa branca na parede e viu que era ali. Tinha uma senha. Ela bufou, mesmo já esperando por aquilo. Levou sua mão até a escuta, a apertando contra o ouvido.
- Panther, está na escuta?  Tem mesmo uma senha...
Esse era o codinome –diga-se de passagem, ridículo. – De Agente Butler. Ele o escolheu, pois dizia que era tão ágil e veloz como uma pantera.
A resposta foi quase imediata.
- Estou sim, duquesa. Já cuidei disso. 190.
(Sn) fechou os olhos com força.
Olha, ninguém merece.
Ela era pequena quando escolheu seu codinome, agora se arrependia amargamente. Se pudesse voltar no tempo...
- Tudo bem.
Digitou rapidamente e desligou sem demoras. Saiu da sala na velocidade da luz e puxou o capuz para cima. Passou pelas pessoas quase invisivelmente. Foi para onde estavam seus colegas. Ryan parecia irritado. Sim, ele também não gostava do codinome. Kelsey apenas ficava encarando o relógio. Já Justin a fuzilava com os olhos.
- Com quem você estava falando?
Oh, não...
De tudo sobre o que ela passou lá dentro, ele queria saber disso?
- Isso é sério?
Ele rolou os olhos, estava quase explodindo de raiva.
- É claro que sim, caralho!
- Você é um idiota.
- Aham, tá. Quem é ele? Você não me respondeu.
- Olha, ninguém importante, tudo bem?
- Não me conta o planejado da missão, não quer me contar quem é o cara... Você está andando muito misteriosa para o meu gosto. –Resmungou. -
- Bieber. –Ela rosnou. – Nada disso interessa a você, beleza?
- Você é a minha parceira. Somos praticamente a metade do outro, você não pode...
Ryan entrou no meio dos dois, os fuzilando com o olhar. Não disse nada, mas a mensagem era clara: calem a boca.
Os dois obedeceram, meio relutantes.
Depois de algum tempo, finalmente a biblioteca tinha fechada, eles esperar todos os alunos saírem da pracinha na frente e finalmente entraram em ação. Havia uma porta de emergência ali atrás e foi por lá que entraram.
Kelsey tirou um grampo do cabelo e destrancou a porta com agilidade. Graças a Deus, o alarme não tocou. Os quatro olharam para o lado, certificando-se que ninguém olhava. Quando viram que não, entraram rapidamente e fecharam a porta atrás de si.
- Essa biblioteca é gigante. –Resmungou Justin. –
- Se tivesse estudado a planta do local, não acharia isso. –Brigou Ryan. –
Ryan era o mais centrado do grupo, fato. E melhor amigo de Justin. Só que às vezes se irritava com as atitudes irresponsáveis do amigo. Aquilo ali não era brincadeira. Tinha em jogo a vida de muitas pessoas, inclusive a deles.
- Vamos nos separar. –murmurou Butler, baixo. – precisamos nos certificar que não há ninguém aqui pelos corredores.
- Certo. –assentiram. –
- Agente Chadwick e eu vamos verificar o andar de baixo e vocês pegam os vídeos. Vão.
Justin e (Sn) trocaram um olhar rapidamente antes de obedecerem à ordem do outro agente. Correrem silenciosamente para o andar de cima. (Sn) se lembrou de quanto tempo demorou em aprender a andar sem fazer barulho. Demorou mais ainda para correr sem fazer barulho.
Céus, ser uma agente secreta não era nada fácil.
- Eu para a direita e você para a esquerda?
- Nada de separar, Parker. Você sabe que isso nunca acaba bem. –Justin disse, antes de puxar ela pelo braço. –
Era verdade. Lembrou-se de uma missão que teve no Chile. Separaram-se por instantes e ela quase acabou morta. Mas Justin a salvou no último minuto, é claro. Bem típico dele. Sempre tentando bancar o super herói...
Entraram em uma sala que tinha um aviso “somente para funcionários.” Para entrar tinha que ter senha. Senhas eram um empecilho que realmente atrapalhava. (Sn), irritada, o afastou dali. Ficou em frente para o aparelho pensando em algum número. Só um veio em sua mente. Tomara que seja esse, pensou discando.
Para a surpresa dos dois, a porta destravou. Justin a olhou impressionado. Sabia que ela era extraordinariamente boa, mas nem os melhor agentes conseguiam sempre acertar uma senha, que não tinham a mínima noção do que poderia ser, de primeira.
- 1891. O ano em que a faculdade foi fundada. –Deu de ombros. –
- Essa é a minha garota. –Sorriu orgulhoso. –
(Sn) apenas revirou os olhos, quando ia adentrar ao local, Justin a puxou para trás, colocando-se em sua frente. Quando ela ia retrucar, ele colocou o dedo em frente a sua boca, dizendo para ela ficar em silêncio.
Ela ficou.
A sala era grande. Cheia de câmeras em cada porta e em cada corredor. Um homem gordo, na faixa dos quarenta dormia. Dormia mesmo. (Sn) olhou para Justin, sinalizando para que entrassem em ação. Sem fazerem barulho, entraram. O guarda continuava a dormir. Bela segurança, pensou Bieber, irônico.
(Sn) olhava para todos os botões, tentando ver qual era o certo. Sua especialidade não era tecnológica. Justin foi até ela e a ajudou. Viram um pequeno dvd, foram até ele. No painel de controle, logo acima, estava cheio de botões e um dele era grande e vermelho. Justin apertou sem hesitar.
“Deseja apagar a gravação?”
Ele clicou na opção sim. A gravação toda do dia inteiro estava apagada. Agente Parker abriu os armários e tentava achar a gravação do último dia que ela tinha sido vista. Os CDs eram separados por datas. Havia muitos discos. Eles precisavam ser rápidos. Justin a ajudou. Passaram se vários minutos e nada do tal disco. O guarda se remexeu e soltou um bocejo. Os dois prenderam a respiração.
Depois de segundos, o guarda voltou a dormir.
Entreolharam-se aliviados e continuaram a procurar. Agente Parker estava começando a ficar irritada. Era assim tão difícil achar um CD?
Finalmente viu a data que tanto custou para decorar e pegou ali no meio da pilha. Mostrou para seu parceiro.
- Achei. –Sibilou. –
Ele assentiu.
- Vamos dar o fora.
Fecharam a porta do armário e desligaram as câmeras. Justin abriu a porta, dando passagem para ela passar primeiro. Saíram rapidamente, mas não antes de escutarem um resmungo.
Que era direcionado a eles.
- Droga. –Suspirou, antes de colocar a máscara. –
Justin também colocou a sua rapidamente. Eles já tinham bastante inimigos, não precisavam demais. Não poderiam se dar ao luxo de serem reconhecidos com suas próprias aparências. O guarda, ao contrário de minutos atrás, agora parecia bem acordado.
- Ladrõezinhos de quinta, achando que podem me vencer... –Murmurou, irritado. –
Justin se sentiu insultado. Ele era um agente treinado. Tinha enfrentado coisas que aquele guarda de meia tigela nunca conseguiria. Ele ajudava o País e era comparado a um ladrão?
Agente Parker não gostou da comparação também, mas não estava tão irritada. Sua mente tinha apenas um pensamento: caía fora daí agora!
O guarda não parecia com sono, então ela imaginou que o tempo todo estivesse fingindo dormir. Ou acordou e fingiu continuar dormir, apenas para agir na última hora. Pegos em flagrante.
Aquilo era tão humilhante...
Tinham recebido ordem para não machucar ninguém, ao menos que realmente fosse necessário. O homem sacou algo do bolso. Justin pegou sua arma, sem pensar duas vezes, mas era tarde demais. O homem já tinha disparado a arma neles.
Uma arma de choque.
Justin gritou de dor e caiu imobilizado no chão. Agente Parker já preparada, girou e deu um chute no braço do guarda, derrubando a arma no chão. Os dois se encararam. Ela sorriu sarcástica e pulou em cima dele. Pegou sua seringa, já pronta e injetou no pescoço do homem. Ele apagou no mesmo instante.
Saiu de cima dele, ofegante. Foi até Justin e deu um chute de leve.
- Vem, temos que dar no pé.
Justin grunhiu, ainda com dor. Irritada, o puxou para cima.
- Pare de agir feito uma menininha. –Gritou. – Precisamos sair daqui antes que ele acorde.
Justin sentia seus músculos formigarem. Era uma sensação horrível. Lentamente, a dor foi passando. Os dois correram até o andar de baixo. Kelsey e Ryan estavam esperando os dois. Assim que viram, saíram pelas portas do fundo apressadamente. Colocaram o capuz e entraram adentro das grandes árvores.
- Onde está a fita? –Perguntou agente Chadwick. –
- Aqui. –Agente Parker estendeu a mão e a entregou. –
- Tudo bem, cada um vai para seu quarto e amanhã nos reunimos para analisarmos ela.
- Certo. –Os três assentiram. –
Agente Butler e Agente Chadwick foram por caminhos opostos. Bieber e Parker apenas se entreolharam e ficaram assim por um bom tempo. Ela percebeu que Justin tinha cortado a testa. Foi até ele e examinou o ferimento. Mesmo no escuro, o caso não parecia grave.
- Dói?
- Vou sobreviver. –Sorriu de lado. –
Ela sorriu também e caminhou na mesma direção de Kelsey. Que ia para o dormitório feminino. Para sua surpresa, viu que Justin caminhava ao seu lado. Arqueou uma das sobrancelhas.
- O dormitório masculino é para o outro lado, caso não saiba.
Justin a olhou, parecendo ultrajado.
- Eu sei, (Sn)zinha. Apenas estou te acompanhando, pois sou um cavalheiro.
Ela riu, tirando sua máscara e guardando no bolso. Ele fez a mesma coisa.
- Você é mesmo uma figura, Bieber. Cavalheiro? Essa foi boa.
Ela continuou a rir, mas Justin a ignorou. Ela nunca o tinha realmente levado a sério. Não que ele ligasse muito, não ligava para opiniões alheias. Caminharam em silêncio, no meio de todas aquelas árvores e viu que nas trilhas não tinha ninguém. O campus estava deserto. Chegaram à entrada do dormitório. Ela subiu as escadas, pensando que Justin a deixaria em paz, mas pensou errado. Ele a acompanhou até a porta. Assim que chegou ao seu quarto, se virou para seu parceiro irritante.
- Pronto, pode ir. Estou segura, satisfeito? –Perguntou, aborrecida.
- Você não sabe o quanto. Boa noite, ma vie.
Ele deu outro sorriso e se virou para ir embora. A menina bufou e quando ia fechar a porta parou, pois ele tinha se virado outra vez.
- Antes que você pergunte, significa minha vida.
Sorriu outra vez e foi embora. Ela não pode deixar de escapar um gritinho de frustração. Justin a tirava do sério. Ele tinha mania de dar apelidos para ela, sempre em uma língua diferente. Era irritante. Ela também não era fácil, sabia disso. Sempre o provocava quando tinha a oportunidade.

Deixou um sorriso escapar. Eles podiam brigar às vezes, mas jamais abririam mão um do outro.
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Ai, como eu amo esse casal! E aí, meus amoressss! Tudo bem com vocês? Demorou, mas saiu hahaha E com mais de vinte páginas esse capítulo... Viu como eu amo vocês? Comentem, babys! 
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8 comentários:

  1. Meu Deus eu Amei Esse Capítulo Foi Épico e Enorme rsrs' Estou sem palavras hoje Só..CONTINUA ^^

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    1. OBRIGADA, HELENZINHA LINDA <3 Foi gigante, né? Eu estava inspirada huahauh Awn, muito obrigada, amor!
      Bjs

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  2. Meu Deus, eu amei esse capítulo e olha o tamanho disso. Vai pra listinha dos melhores!
    Nem sei se me desculpo pela demora por comentar, porque isso vai acabar ficando zzZZzz, só queria dizer que não faço por mal haha.
    E a colega de quarta da "Brook" é a amiga da Ashley?
    E como assim o colega de quarto do Justin é o Chris? Eita vida.
    E mais uma coisa, o cara que a (Sn) se esbarrou as duas vezes é o Chris? Por isso o Justin reconheceu a voz?
    E ele ficou enciumadinho quando ela estava falando com o "cara da voz misteriosa" (vulgo Christian, ou não, não sei, estou confusa), que fofo, que bonitinho. Quero um Justin assim para mim.
    E os dois no momento somos-namorados-então-vamos-fingir-um-pouco, tão engraçados haha. Justin ama provocar ela. Esses dois não viveriam um sem o outro, fala sério.
    "Desculpa. Fui um idiota, me perdoa?" você tem noção de como ri lendo isso? Justin Bieber e Patrick Adams tem uma coisa em comum: são dois -um- palhaço (s), não sei como me referir as duas pessoas que são uma só!
    E Justin todo irritadinho feat. preocupado porque sua parceira foi sozinha desativar os alarmes. Como assim ele não sabia do plano? Haha (sn) é malvada e deixou ele de fora. Adoro.
    E amei eles procurando os cds com as filmagens e aquele segurança babacão dormindo. Cena de filme haha. Mas na verdade eu gostei porque ele 'atirou' no Justin com aquela arma de choque e a (sn) ficou zoando ele, adoro quando ela faz isso.
    Enfim, amei o capítulo, você escreve muito muito muito bem, e eu sei que sempre digo isso, e vou continuar falando porque é verdade. Suas ibs são as minhas preferidas. Até o próximo capítulo ma vie haha.

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    1. SIMMM, NÃO SEI DA ONDE VEIO TUDO ISSO HUASHUAHS Ah, que isso! Antes tarde do que nunca <3 E uau, matou de primeira, hein? Justin estava fofo até agora, né? Porque depois dessa bola fora que ele deu... hahaha
      E sobre seus palpites: vai ser surpresa, mas você logo descobrirá! Não mesmo, são a metade um do outro. Mesmo não admitindo isso. Obrigada novamente, amor! Sua opinião é muito importante para mim. Sempre digo isso, eu sei, mas é verdade hahaha. "Suas ibs são as minhas preferidas" ai que lindaaaaaaa <3 Espero que tenha gostado desse novo cap hahaha ma vie 2
      Bjsss

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  3. oh My Gosh!!!!! não faça mais isso comigo, ouch você é mau muito mau... porque porque eu não sei viver sem essa fic acho que estou entrando em abstinência de suas danificar porque senhor... são perfeitas demais foi tão fofo ver ele fingindo ser um casal e ao mesmo tempo tão engraçado awn :3 já disse mais perfeita impossível ainda é a parte que eles invadiram a biblioteca e o ciumes do Bieber quando ela falou com o menino que não minha opinião tenho certeza de que é o senhor Beadles, ain meu core assim não aguento :3 ❤❤❤ Bieberkiss porque vc merece!!! E sempre vai merecer

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    1. JÁ FUI MAIS MALVADA, VAI HUHSUAHSU Eles são irritantemente fofos, né? Shippo muito. Fico imensamente feliz que tenha gostado <3 E ainda terá muito ciúmes, de ambas partes hahaha Ai, obrigada linda ;') Te amo
      Bjs

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  4. Oh estou a amar está fic meu Deus estou morrendo depois desse capítulo me afogando em feelings continua logoooo

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    1. AI QUE LINDA <3 Obrigada amor, logo tem mais. Cada vez vai melhorando hahaha Bjsss

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obrigadaaa por comenta
espero que tenham gostado bjbj