terça-feira, 22 de julho de 2014

All I Want Is You - Capítulo 5 (fic reescrita)



Obs: Meninas, para quem está confusa, All I Want Is You está sendo reescrita. Totalmente. Eu estou rescrevendo ela, mudando várias coisas, como personalidade dos personagens e até mesmo um pouco da história. Vou explicar direitinho lá nas notas. Até daqui a pouco, Boa leitura! 

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“É decepcionante quando as pessoas não atendem às nossas expectativas”.
— American Horror Story.

Não falei com Justin hoje. Nem ontem e provavelmente nem vou falar amanhã. Eu nunca pensei que falaria isso, mas... O baile até que está sendo útil. Como eu faço parte do comitê dele, eu sempre estou ocupada, o que me faz ter menos tempo para pensar nele, o que é ótimo, vamos combinar. Desde nossa discussão, até hoje, se passou um mês. É, um mês. As coisas não andavam bem. Nada bem. Estava muito pior.
Desde aquele dia nós nunca mais nos falamos. Estava sendo horrível para mim, pois eu não estava acostumada com isso. Não estava acostumada a ficar longe dele. A saudade bateu e então foi pior ainda. Eu tive que ser forte. Tris também não conversa mais com ele. Parece que brigaram e ela está o ignorando. E pelo que ela me contou, Justin não faz muita questão de fazer as pazes com ela.
Clary e Jace não podem ver um ao outro que tentam se matar, piorou muito desde que... Bom, desde que Ângela entrou na escola. Sim, agora ela está estudando em nossa escola. Não é o máximo?
Não, não é.
Quando ela entrou na nossa escola, pareceu que tudo parou. Ângela foi o assunto de uma semana seguida, todos falavam dela. Todos queriam conhecê-la, todos queriam se tornar seus amigos e etc. Ela era a garota mais popular da escola. E amava se gabar disso.
Bufei. Só de pensar naquela vadia eu já me cansava. Desci as escadas bocejando e quase caí. Clary, de pijama, no final dela, ria de mim.
- Idiota. –murmurei, quando passei por ela. –
- Bom dia para você também, Flor.
Quando eu ia mandar o dedo do meio para ela, meu pai apareceu. Ele ainda estava de pijama, também.
- Bom dia, filhas.
- Bom dia, pai. –Clary saudou. –
- Bom dia, daddy. –Disse eu. –
Fomos os três para cozinha e lá estava mamãe usando seu hobby vermelho, por cima da camisola, demos bom dia e sentamo-nos à mesa esperando o café da manhã. Mamãe fazia panquecas. Yeah!
- Aqui, comam tudo. –Ela sorriu para nós. –
Domingo era o único dia que nós nos reuníamos como uma família normal. Afinal, era o único dia de folga dos meus pais. Eles trabalhavam muito, nós quase nunca os víamos. Quando eu disse ‘nós’, me refiro a mim e a Clary. Comemos e conversamos tranquilamente.  Ajudei a minha mãe a lavar a louça e fui para meu quarto. Eu estava entediada, então resolvi dar uma volta. Coloquei uma blusa regata, uma calça jeans e uma sapatilha. Prendi o cabelo em um coque frouxo e peguei meu celular e claro, minha carteira. Antes de descer, fui até o quarto de Clary, perguntando se ela queria dar uma volta e ela disse que não. Uma sedentária, mesmo. Dylan provavelmente ainda deve estar dormindo... Tris.
Liguei para o celular dela, mas logo me lembrei de que ela mal o usada, então provavelmente deveria estar descarregado. Liguei para a casa dela, mas dava ocupado. Certo, não tem com fugir. Vou ter que ir até lá.
Merda. Calma, respira. Vamos lá. Dei tchau para meus pais e sai. Atravessei a rua e então tinha chegado a meu destino. Naquele momento odiei minha casa ser tão perto da dela. Toquei a campainha, antes que eu perdesse a coragem. Ouvi passos e me afastei um pouco da porta. Por favor, que não seja ele, por favor...
E não era ele, mesmo. Era uma garota que usava apenas uma blusa gigante e seu cabelo era rosa. Rosa. É, rosa. Estava descalça e sua maquiagem estava toda borrada. Ela me olhou de cima a baixo, com a sobrancelha erguida.
- Desculpe, mas a festa acabou.
Olha, eu tive que me segurar para não descer o cacete nessa égua. Dei um sorriso tão falso quando ela e falei meigamente.
- Estou aqui para ver Beatrice.
- Quem é...
- Ah, sai da minha frente, vai. –Falei, empurrando a imbecil do século.
Assim que entrei na casa, minha boca quase foi até o chão. A sala estava... bem, destruída. Havia muitas pessoas dormindo em cada canto, bebidas no chão, garrafas vazias, copos em todo lugar...
Subi apressadamente e o quarto de Tris estava trancado. Comecei a bater forte para ela acordar.
- Sai daqui, Bieber. Já falei que não quero ver você. E espere só até a mamãe chegar! –Ela gritou com raiva a última parte. –
- Hey. –Murmurei. – Sou eu.
A porta foi destrancada em segundos. Tris me olhou de olhos arregalados e me abraçou. Entramos no quarto e ela trancou de novo. Sentei em sua cama e a olhei e ela me olhou de volta.
- Essa foi uma das piores noites da minha vida. –Desabafou. –
- Da para ver.
Ela não respondeu e eu continuei a encarando, esperando explicações.
- Justin deu uma festa ontem.
Ok, por essa eu não esperava. Bem que eu estranhei aquela barulheira ontem, mas nem me liguei, pois a ideia de Justin dando uma festa é a mesma coisa que uma chuva de sapos, ou seja, impossível. Mas era verdade. Aconteceu. Ele tinha dado uma festa. Justin Bieber, o garoto antissocial, que odeia festas, que era tímido... Tinha dado uma festa.
Eu não tinha ficado brava porque ele não me convidou e sim porque ele tinha mudado. Aquilo era uma boa prova. Tris me olhou chateada. E eu também a olhei assim. Tínhamos perdido aquela batalha para Ângela. Ela tinha ganhado o que sempre quis, ou seja, Justin. Nosso Justin.
- O que está fazendo aqui? –Ela me perguntou. –
- Queria sair. –Dei de ombros. –
- Certo, eu preciso respirar um pouco de ar mesmo. Vou pegar minha bolsa.
Assenti e levantei. Fui para o banheiro dela e chequei minha maquiagem. Quando voltei, ela já estava na porta me esperando.
- Vamos descer logo antes que acordem. –Sussurrou. - 
Descemos em silêncio e ainda todos estavam dormindo. No meio de todas aquelas pessoas desacordadas, não vi Justin nem Ângela. Dei graças a Deus, mentalmente. Quando eu estava passando pela porta, sinto uma mão em meu ombro. Virei-me rapidamente e dei de cara com aqueles profundos olhos cor de mel.
- Ninguém nunca te disse que é muito feio entrar de penetra em algum lugar? –Ele sorriu sarcástico. – Você não é bem vinda aqui, achei que soubesse disso.
Oh, certo. Aquilo doeu. Doeu mesmo. Graças a Deus, eu estava muito irritada para chorar. Cara, eu estava cansada de chorar. Chega. Por ele eu não derramo mais nenhuma lágrima sequer. Dei um sorriso frio, totalmente sem sentimentos. E o encarei.
- A casa não é só sua, querido. Eu vim aqui para visitar minha melhor amiga. Beatrice, conhece?
Justin ficou sem reação por um segundo, mas logo recuperou aquele tom de deboche. Ah, eu vou dar na cara desse idiota...
- Vem, (Sn), vamos embora... –Tris tentou me puxar. -
- Na verdade a casa é minha sim. Só minha e da minha mãe. –Ele sorriu. –
Não, por favor. Não, não fale isso... Eu implorava mentalmente.
- O que quer dizer? –Beatrice perguntou, agora ao meu lado, de braços cruzados. –
- Tem certeza que não sabe, adotada?
Olhei Justin incrédula, enquanto minha amiga estava sem reação. Eu também estava. Senti um nó em minha garganta. Se aquilo tinha me atingido, imagine a ela? Eu queria dar um passo para frente e partir para cima dele. Mas eu não conseguia, estava paralisada.
- A casa não é sua. Digamos que você mora aqui por que eu e minha mãe temos pena. –Ele ainda sorria. – Só por isso.
- Certo, seu babaquinha de merda... –Comecei, sentindo meu corpo tremer de raiva. Fui interrompida por uma voz estridente.  –
- Algum problema por aqui, amor?
E então, quando você pensa que não pode piorar, piora. A vida é uma merda. Ângela estava usando apenas uma blusa social, que eu tinha certeza que pertencia a Justin. Ele ficou me encarando por um tempo, mas logo desviou o olhar.
- Não, Angel, problema nenhum.
- É, Angel. –Falei debochadamente. – Problema nenhum. Porém vamos ter um se você não tirar seu amorzinho daqui.
Ela me encarou com certo desprezo e eu fiquei satisfeita ao ver que seu olho ainda estava roxo. Devolvi o mesmo olhar para Angel e fui até Tris, entrelaçando nossos braços. Começamos a caminhar, mas antes de sair, me virei com meu sorriso mais sínico e mostrei meu dedo do meio para eles.
- E antes que eu me esqueça, vão se foder
E então saí andando com Tris ao meu alcanço. Certo, perdi toda classe, mas dane-se. Olhei para minha amiga, mas ela estava com a cabeça abaixada, e pude ver lágrimas em seus olhos. Respirei fundo. Ela não merecia isso. A puxei o mais rápido de lá.
Fomos a uma sorveteria perto dali. Mas nenhuma de nós duas estávamos com vontade de comer nada. Meu coração doía ao ver Tris, ao me lembrar da cena de minutos atrás.
Justin... Meu Deus, como ele pode ter feito isso? Justo com Tris, que sempre o tratou maravilhosamente bem? Que sempre o amou e idolatrou? Como? Como ele pode ter mudado em tão pouco tempo?
Essas perguntas não saiam da minha cabeça. E não adiantava, eu podia ficar a vida toda pensando nelas e nunca acharia uma resposta razoável. Uma resposta descente e com senso. Pedi dois sorvetes de chocolate e quando voltei para a mesa, Beatrice ainda estava cabisbaixa. Fiquei com mais raiva do Justin ainda. Ele não podia magoar as pessoas assim, ainda mais aquelas que o amavam.
Coloquei o sorvete em sua frente, mas ela não levantou a cabeça. Ela não se mexeu. Eu não a culpei.
Eu sabia que adoção era um assunto delicado para ela. Quando ficamos amigas de verdade, ela desabafou falando que às vezes se sentia uma intrusa e que chorava toda noite. Sentia-se mal por seus pais biológicos terem dado ela para o orfanato quando era bebê. Ela admitiu isso para mim anos atrás. Mas eu sabia que ela se sentia assim até hoje. Com menos intensidade, claro. Porém sentia.
- Ele é um imbecil. Não sabe o que falou. –Falei, brava. –
- Ele só falou a verdade.
- Oh, nem me venha com essa, beleza? Justin é um imbecil. Ele é muito influenciado. Você sabe disso! Ângela fez a cabeça dele...
- Está tentando defendê-lo? Isso é realmente sério?
Fiquei em silêncio. Será que eu estava?
- Não, estou apenas querendo ver você um pouco mais feliz.
- Aprecio sua tentativa, mas ela falhou. E vai falhar toda vez que tentar. Desculpa, (Sn). Você sabe como esse assunto é para mim. Eu sempre pensei aquilo que ele falou, sabe? Mas, ouvi-lo dizer aquilo só Deus sabe como doeu. Eu nunca me senti como se pertencesse a lugar nenhum, entende? Isso é tão frustrante!
Fiquei quieta. Não por respeito, mas sim por que eu não sabia o que falar. Ela tinha razão de estar chateada. E eu sabia que por mais que eu a fizesse sorrir por um minuto, no outro ela estaria chateada de novo.
- Você não vai recusar um sorvete cremosíssimo de chocolate, não é? –Tentei uma última vez. – Sabe, isso não foi de graça.
Ela deu um sorriso torto. Finalmente olhou para mim.
- Você venceu. –Murmurou, pegando o sorvete. –
- YEAH! –Gritei, rindo. –
Só que quando eu gritei, derrubei sorvete por toda a mesa. A fazendo gargalhar da minha baianada. Eu também sorri, ao vê-la rindo. É, missão cumprida.
+++
Cheguei a casa, exausta. Tris dormiria hoje aqui, mas como minha cama era king size ela dormira comigo lá. O que era bom, por que não precisaríamos pegar colchão, arrumar ele e blábláblá. Devia ser umas seis horas da tarde. Pois é, eu tinha ficado na rua até essa hora. Depois da sorveteria, ficamos passeando pela cidade. Falamos mal de pessoas alheia, o que ajudou a melhorar seu humor e curar sua magoa. Depois fomos ao shopping. Almoçamos, ficamos passeando, comprando coisas e fomos ao cinema também. Foi legal, em geral. Mas assim que chegou a hora de ir para casa, Tris murchou. Por isso ofereci que ela dormisse aqui. E obvio que ela aceitou.
Sugeri que poderíamos ver uma maratona de Harry Potter, ela gritou falando que isso deixaria o dia dela mais feliz. Então fomos assistir.
+++

Acordei com um barulho de carro. Pulei de susto na cama. Graças a Deus, Tris não acordou com meu surto. Antes de dormir, ela chorou por uma hora. E desabafou, também. Eu apenas fiquei ouvindo e fazendo cafuné eu sua cabeça, até que ela pegasse no sono. Então eu não queria que ela acordasse, de novo. Olhei no relógio e eram quatro da manhã. Quem é o imbecil que está na rua até a essa hora?
Fui até a janela, meio acanhada. Ainda sonolenta, me escondi atrás das cortinas da sacada e espiei. Era um belo de um carro, estacionado em frente à casa dos Bieber’s de qualquer jeito. Demorei um tempo para perceber que era o carro de Justin. Uma figura de preto saiu cambaleando do carro. Não precisava ser nenhum gênio para perceber isso. Ninguém mais saiu do carro, então com horror e surpresa percebi que era Justin saindo do carro. Ele mal conseguia ficar de pé, fui para sacada para ver melhor a cena. Ele estava realmente acabado. Quase sai correndo para ajudá-lo, mas logo me repreendi. Nós não éramos mais amigos.
Só reparei que ele me olhava, quando sai dos meus pensamentos. Ele olhava para mim sério. E eu também o olhava. Ele moveu os lábios, mas não saiu nenhum som. Porém eu entendi o que ele falou.
“Eu sinto muito.”
E então ele deu meia volta e entrou na casa, desajeitadamente.
Voltei para cama, com o coração acelerado.
Mas não consegui dormir de novo.

+++
Os dias passaram voando. O ano graças a Deus estava acabando, tudo bem, falava alguns meses ainda, mas estávamos quase lá!
Tris não falava mais com Justin. Desde aquele dia, ela tentava evitá-lo ao máximo que conseguia. Justin nunca pediu desculpas. E eu? Bem, eu tentei dizer a mim mesma que aquela cena na madrugada tinha sido um sonho, mas eu sabia, no fundo, que era real.
Jace e Clary também estavam se evitando. Nem brigavam mais, agora apenas se ignoravam. Às vezes eles tinham sim, uma recaída, ou seja, brigavam, mas logo depois se ignoravam novamente.
Justin e Ângela eram a sensação da escola. Os deuses, o casal do ano... O que me deixava irritada era que os idolatradores eram os mesmos que o maltratavam. Mas deixa isso para lá, eu não tinha da a ver com o assunto. Eu nem ligava, para falar a verdade. Há, claro que não...
Certo, talvez eu ligasse, mas só um pouquinho.
- Amor... –Me chamou Dylan. –
- Hm?
- Você não escutou nada do que eu disse, né?
Quando olhei para ele, me senti culpada. Dylan estava sendo muito paciente comigo. Ele sabia que eu estava em uma situação difícil e respeitava a minha dor. Mas dava para ver que ele estava chateado, afinal, eu mal dava atenção a ele.
Ele era meu namorado, mas eu o tratava como um conhecido.
- Me desculpa, amor. –O abracei. –
Ele suspirou alto, mas correspondeu o abraço. Eu não o culpava por estar chateado, se fosse eu, com certeza também estaria. Eu tinha sorte de tê-lo, sabe? Dylan era raro. Homens como ele hoje em dia são muito raros. Eu deveria dar mais valor a ele.
- Está tudo bem. –Ele beijou minha testa. –
Com isso o abracei mais forte e o beijei. E me senti mais culpada ainda, pois durante o beijo eu pensava em tudo, menos nele.
Eu era a pior namorada do mundo.
+++
Enquanto eu andava pelo estacionamento tranquilamente, percebi que tinha esquecido meu caderno na sala de aula. Me xinguei mentalmente, enquanto dava meia volta. Só não esqueço a cabeça porque está colada no corpo...
Os corredores já estavam vazios, o que eu estranhei. Muitas pessoas ficavam na escola, mesmo que não tivessem mais aula. Entretanto, não liguei muito. Fui para sala e peguei meu caderno. Sai e resolvi cortar caminho pelo campus, estava com preguiça, enquanto ia me aproximando dele, ouvia uma gritaria. Cada vez aumentava mais. Logo a cena apareceu no meu campo de visão.
O que posso dizer? Fiquei chocada!
Várias pessoas estavam ali gritando, algumas filmando e outras rindo. O que estava acontecendo ali era bem claro: uma briga. Mas isso, caros leitores, não foi o que me chocou.
Eu fiquei assim, pois quem era o agressor era Justin Bieber. Seu lábio estava cortado, mas não era nada sério. Ele usava aquele uniforme ridículo dos jogadores de futebol americano e batia sem dó nem piedade em um nerd.
Um nerd que costumava ser um de seus ‘amigos’. Achei importante ressaltar essa parte. 
Fui até a multidão e perguntei a uma menina que olhava para aquilo com a testa franzida.
- O que está acontecendo?
- Parece que o Bieber estava colando em uma prova e o nerd o entregou.
Desde quando Justin Bieber precisava colar alguma merda? Ele era um gênio! Mas agora, olhando para ele, percebi que não era. Uma pessoa inteligente nunca estaria naquela situação. Digo de modo geral.
A menina olhou para mim e dando de ombros respondeu:
- Existem pessoas bem ridículas no mundo, não é?
Ela se referia a Justin, por isso concordei. Eu queria sair dali o mais rápido possível. Queria entrar no carro e chorar pelo meu melhor amigo. Pelo que ele tinha se tornado. Queria separá-los. Queria ser útil. Queria ter feito qualquer coisa, menos ter ficado ali. Mas não consegui.
Meus olhos se encherem de lágrimas. A menina ao meu lado não deixou de reparar.
- Você o conhece? –Ela perguntou. -
Eu olhava para Justin com um olhar de nojo, agora. O nerd claramente estava em desvantagem. Justin sempre foi forte, sempre teve músculos, mas aquele nerd? Bem, era só você assoprar que ele caia. Não precisava de muito esforço.
O pobre garoto agora estava inconsciente. As pessoas gritavam pedindo para ele bater mais e acho que ele teria continuado se nossos olhos não tivessem se encontrado. Justin parou por um segundo. Simplesmente parou e ficou me olhando como um idiota.
Com uma dor no coração, percebi que aquele não era mais meu vizinho gostoso que eu tanto amava, meu primeiro amor, meu melhor amigo. Meu gênio preferido. Ele era apenas um idiota qualquer querendo o que todos os outros queriam: chamar a atenção.
Olhei para a garota que me fez a pergunta e com a maior tristeza, eu a respondi.
- Não mais.

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Esse capítulo é depressivo, porém necessário :c Tomara que eles se acertem logo, hein? Enfim, se alguém aí pensou que Jace e Clary são personagens de Os Instrumentos Mortais... Bem, acertou! Eu amo eles, é a minha saga preferida e eu tive que colocá-los na fic! Espero que gostem <3 Continuando, vou falar o porque de eu estar reescrevendo AIWIY... Bem, eu amo essa história. E então eu fui lê-la e fiquei chocada com o que vi. Era a minha segunda fic e estava muito mal escrita. Não tinha letra maiúscula, parágrafo, tinha diálogos sem sentido... Enfim, estava um horror. E como eu gosto da fic, eu quis reescrevê-la. Espero que vocês não se importem e que acompanhem a história mesmo assim :3 Terá muitas novidades hahaha
Beijos e até a próxima ;)

Respostas dos comentários -> aqui

5 comentários:

  1. puta que pariu Bieber você é um idiota namoral, como minha mãe me disse uma vez "pau-mandado" a Ângela só pode estar manipulando ele cara como pode, ain cara eu gostava tanto daquele Justin fofo como ele pode ficar assim ~choremos~ porque Justin porque você fez isso com a Tris ? Ela realmente não merecia aquelas palavras...
    Mas cara como pode ser uma Fic tão perfeita? eu amo muito tudo isso, cara eu estou aqui vibrando com toda essa emoção de um só capitulo wfhufwuo necessito da continuação está tão perfeito meu twitter @Natty_Ribeiro_ sigo de volta :D só avisar enfim continuaaaaaa está perfeito, maravilhoso, está amável ♥

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    1. Justin é um cretino mesmo, tomara que se ferre, também! hauhau Pois é, tadinha da Tris :( tão gente boa... Ai Natty, seus comentários fazem meus dias melhores <3 hahaha Você é d+! Continuei, espero que goste <3
      E segui você no tt já hahaha :3
      Obrigada por comentar <333333
      Bjs

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Esta muito divo,maravilhoso e perfeito ...estou ansiosa para o próximo cap. não demora por favor,eu estou louca pra ler :D ...não,não vou te abandona nunca,como posso abandona uma diva e ótima escritora que nem vc...e sim,eu estou amando essa nova versão de All I Want Is you! Continua...

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    1. OBRIGADA MINHA LINDA <3 Você é uma linda, gente <3 Também jamais irei abandonar vocês! Fico super feliz que esteja gostando ;3 Você é demais, amore! Obrigada por sempre comentar.
      Bjsss

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obrigadaaa por comenta
espero que tenham gostado bjbj